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Uma proposta inovadora para as revistas médicas alternativas científicas

G Vithoulkas*

Os homeopatas contemporâneos de todo o mundo são testemunhas de uma das coisas mais estranhas que já ocorreram em nossa complexa sociedade científica moderna, ou seja, que nossas revistas homeopáticas mais prestigiadas com um "fator de impacto", raramente, se alguma vez, publicaram estudos sobre casos tratados e curado com a homeopatia. Porque isso é assim? [1]

Vamos examinar essa questão. É um fato bem conhecido na comunidade internacional de homeopatia que, todos os dias, há literalmente milhares de pacientes crônicos tratados com sucesso em todo o mundo através da intervenção de remédios homeopáticos. Todos os homeopatas observaram as ocasionais "curas milagrosas" que ocorrem em sua própria prática e na de seus colegas. No entanto, apesar dessas notáveis "curas", é muito estranho que quase nenhum desses casos evidentes apareça em nossas revistas de homeopatia.

Homeopatas e pacientes sabem que milhões de tratamentos bem-sucedidos ocorrem o tempo todo e em todo o mundo. No entanto, parece que os editores de revistas importantes estão alegremente inconscientes deste fato. O protocolo de triagem deles é tão eficiente que os estudos de caso são incapazes de passar até mesmo pelo mais despreocupado dos revisores. Esses revisores "mestres" geralmente são grosseiramente desinformados sobre a homeopatia verdadeira,suas regras e seus princípios. A maioria deles não são prescritores e nem professores de homeopatia! Esses "auto-designados" decanos da homeopatia protegem os pilares das "evidências científicas" com tanto entusiasmo que nenhuma evidência tem permissão para se tornar um conhecimento público.

No entanto, há evidências irrefutáveis de que este planeta é uma verdadeira cornucópia de casos homeopáticos tratados com sucesso. A infinidade de sucessos pode ser evidenciada pelo fato de que a homeopatia é praticada de forma eficaz nos países superpovoados, como a Índia, Paquistão, Brasil e outros países sul-americanos. Contra evidências tão esmagadoras, é verdadeiramente notável que esses chamados "guardiões científicos" da nossa ciência conseguem empregar as desculpas mais absurdas para não publicarem estudos sobre os casos curados. No entanto, a única evidência que a homeopatia pode apresentar ao mundo científico neste momento são esses milhares de casos curados. É uma perda de tempo, dinheiro e energia tentar demonstrar a eficácia da homeopatia através de ensaios duplo-cego.

Por causa dessa negligência, a comunidade internacional "científica", que não tem percepção direta e nem experiência pessoal dos efeitos benéficos da homeopatia, é forçada a repetir o mesmo antigo mantra: "Onde está a evidência? Mostre-nos as evidências!" Devido a essas omissões graves feitas pelos revisores das revistas de homeopatia "científicas", os sucessos da homeopatia permaneceram ocultos nos consultórios de homeopatas trabalhadores - e, portanto, são amplamente ignorados pelas autoridades médicas do mundo, pelos governos e por toda a comunidade científica internacional.

Devido a essas táticas, o gênio do sistema homeopático da medicina continua a ser ignorado em geral, com o efeito colateral de que milhões de pessoas doentes, inconscientes de sua existência, continuam a sofrer desnecessariamente. Deve ser acrescentado aqui que a homeopatia, por ser um sistema individualizado da medicina, só pode apresentar resultados em casos individuais. A homeopatia diz respeito à individualização e não à generalização. Esta modalidade de tratamento não pode produzir um remédio que curará câncer, asma, esclerose múltipla, colite ulcerativa ou qualquer outra doença crônica, mas possui o potencial de curar muitos desses casos, se tratados corretamente com os remédios indicados individualmente para os pacientes. Portanto, perguntas simples que geralmente são feitas pelos "ignorantes" como, por exemplo: "A homeopatia pode curar câncer, esclerose múltipla, colite ulcerativa, etc.?" são inválidas e não podem obter uma resposta direta porque a realidade é que muitos desses casos poderão ser significativamente melhorados e um número desses casos poderá ser curado.

Se eles se recusarem a publicar provas cruciais de casos homeopáticos bem manejados nas revistas científicas de homeopatia, onde na Terra poderão ser apresentadas essas provas palpáveis de modo que todos os interessados possam ser conscientizados e julgarem por si mesmos, os méritos desta importante modalidade terapêutica?

Suponho que existam três razões possíveis para esta situação infeliz:

a. Ou existe um esforço organizado para impedir a evidência crucial vir à tona, uma teoria que eu pessoalmente não acredito, uma vez que não há evidências disso

b. As revistas científicas de "homeopatia" são relutantes em apresentar casos curados por temerem críticas, ou

c. O pensamento dos revisores é tão inexplicavelmente complexo e complicado que eles se encontram rejeitando um caso de sucesso, mesmo quando a evidência está fora de qualquer dúvida.

Outro ponto perturbador é que algumas revistas de homeopatia afirmam categoricamente que não aceitarão estudos de casos curados!

Eu proporia outra estratégia. Se essas revistas optarem por convidar médicos homeopatas para relatarem seus casos curados e seus fracassos também, um enorme corpo de evidências importantes poderia ser acumulado sobre o que a homeopatia é capaz ou não de fazer.

A homeopatia é um sistema dinâmico de medicina que possui o potencial para crescimento significativo e ajuda a lidar com muitos dos problemas de saúde globais que existem hoje. No entanto, ainda precisamos solucionar muitas preocupações e discutir muitas questões não respondidas.

Por que, por exemplo, em um caso de artrite reumatoide, um paciente é curado com um ou dois remédios em um período de alguns meses, enquanto outro precisa de quatro ou mais remédios em um período de vários anos, mesmo sob prescrição cuidadosa? Quais são os parâmetros que definem uma ou outra resposta?

Por que, em um caso, a repetição diária de uma potência elevada é uma falsa tática com um resultado negativo, enquanto em outro caso é necessário e associado a resultados positivos?

Por que as potências baixas funcionam melhor em um caso, enquanto as potências altas são melhores para outro paciente, mesmo quando eles apresentam a mesma patologia?

Por que, em certos casos, temos uma forte agravação inicial, enquanto em outros, o efeito é suave e sem agravação?

O retorno de sintomas antigos é um bom presságio para uma cura duradoura?

Entendemos o que realmente ocorre com esse tipo de desenvolvimento em um caso? Os sintomas antigos devem ser tratados ou deixados para se resolverem sozinhos? Quando devemos esperar o retorno de sintomas antigos? Isso ocorre em todos os casos?

Quais são os parâmetros que mostram que um remédio atua como um agente paliativo e não como um agente curativo? Quais são os sinais de que um remédio atuou de forma profunda e curativa, ao contrário de atuar apenas perturbando o organismo? [2,3]

Posso mencionar centenas de perguntas, mas as respostas não são o trabalho de um único indivíduo, mas de um grupo internacional de bons prescritores. Tal empreendimento poderia ser realizado por uma revista de prestígio que tenha os meios financeiros e científicos para executar essa tarefa.

Uma revista poderia convidar um número selecionado de bons prescritores de todo o mundo como um começo para este projeto e deixá-los contribuir com suas experiências e resultados honestos, bem como suas falhas. As possibilidades e limitações logo serão reveladas.

Desta forma, a homeopatia se tornará interessante e viva, e os leitores aumentarão de forma espetacular.

Por exemplo, devido aos avanços tecnológicos, agora é possível coletar centenas de casos de gangrena de todo o mundo: casos seriamente desenvolvidos nos quais as amputações foram consideradas necessárias e mostrar ao mundo que agora essas pessoas podem caminhar sobre as duas pernas novamente. O mesmo é possível com vitiligo, no qual o efeito é óbvio. [4,5]

O fato é que será percebido em todos esses casos, que eles foram tratados com remédios diferentes e que um ensaio duplo-cego, portanto, não é aplicável, ou mesmo quando aplicado, seria necessário uma série de compromissos em diferentes níveis.

Eu, pessoalmente, tenho evidência em um vídeo de 1990, diante de trezentos médicos em Celle, na Alemanha, onde eu apresentava um seminário, tratei um caso de uma mulher de 72 anos com gangrena avançada (diabética) que havia entrado no hospital das proximidades para amputações das duas pernas ao nível das coxas. Em três dias, e enquanto o seminário estava em andamento, o fluxo sanguíneo foi restabelecido nas pernas após dois dias de tratamento e a mulher recebeu alta hospitalar após 10 dias, com ambas as pernas intactas. [6]

Dez anos depois, uma carta de sua filha (médica e que participou do meu curso), confirmou que a idosa viveu pacificamente e caminhava sozinha sobre os dois pés nos dez anos seguintes. Sem a intervenção da homeopatia, essa mulher teria vivido os últimos anos de sua vida em uma cadeira de rodas.

Há literalmente centenas de casos semelhantes a esse, tratados de forma exitosa em países como a Índia e o Paquistão, onde essa patologia prevalece. As evidências podem ser apresentadas através de fotos, vídeos e outras mídias modernas de alta tecnologia.

Por que devemos suprimir essa prova significativa e tangível da eficácia da homeopatia em um momento tão crucial na história da medicina? Quando, mais do que em qualquer outro momento, precisamos esclarecer a confusão que foi criada em questões de saúde?

Ao não publicarmos os casos, escondemos os potenciais de um sistema terapêutico tão impressionante.

A homeopatia não é capaz de curar todas as doenças crônicas, especialmente se a doença já avançou além de um certo ponto em sua patologia. Por outro lado, a homeopatia tem o potencial de tratar com sucesso doenças que a medicina convencional não consegue curar ou, em certos casos, nem sequer paliar. Não é tarefa de uma revista homeopática séria disponibilizar sua plataforma para discutir e explicar essas questões?

Eu admito que um argumento contra aceitação de casos é que é possível que informações falsas ou não confiáveis possam ser fornecidas. Esse risco poderia ser minimizado ao pré-selecionar um grupo bem conhecido de bons prescritores, que poderiam ser convidados a enviarem seus casos, pelo menos na primeira fase de uma mudança tão radical na política das revistas.

Uma plataforma para o envio de estudos de casos poderia ser construída com diretrizes para garantir a confiabilidade.

Outra possibilidade poderia ser uma validação de um pequeno grupo de especialistas locais que poderiam atuar como avaliadores. Esses especialistas podem estar baseados em cada país e associados ao jornal. [7,8] Além disso, esse corpo poderia entrar em contato com os pacientes, até mesmo entrevistá-los em relação aos seus próprios casos. Os pacientes também devem ser educados e encorajados a falar publicamente sobre suas próprias experiências.

Dessa forma, em vez de rejeitarem estudos de caso homeopáticos importantes, em nome de um intelectualismo e conservadorismo seco, as revistas de homeopatia (incluindo revistas alternativas e complementares) poderão se tornar vivas e interessantes: iniciar debates e discussões sobre questões reais da terapêutica na medicina.

Nas revistas antigas de homeopatia, observamos muitos desses casos, e sabemos que, na virada do século 20, a homeopatia era a forma de medicina mais popular, ensinada em mais de cem faculdades homeopáticas nos EUA. [9,10] Eu acredito que a popularidade desse tratamento deveu-se principalmente à publicação de casos curados e às discussões que se seguiram.

A nossa própria "Medicina Baseada em Evidências" reside em um grande número de casos crônicos tratados com a homeopatia, os quais podemos apresenta-los ao mundo, juntamente com a melhoria na qualidade de vida que essas curas oferecem.

Referências 1. Akers KG. New journals for publishing medical case reports. J Med Libr Assoc. 2016 Apr;104(2):146– 149. [PMC free article] [PubMed]

2. Vithoulkas G. Levels of Health. Alonissos: International Academy of Classical Homeopathy; 2017.

3. Vithoulkas G, Tiller W. The science of homeopathy. Athens: International Academy of Classical Homeopathy; 2009.

4. Mahesh S, Mallappa M, Vithoulkas G. Gangrene: Five case studies of gangrene, preventing amputation through Homoeopathic therapy. Indian Journal of Research in Homeopathy. 2015;9(2):114–122.

5. Mahesh S, Mallappa M, Tsintzas D, Vithoulkas G. Homeopathic Treatment of Vitiligo: A Report of Fourteen Cases. American Journal of Case Reprots. Forthcoming 2017.

6. Vithoulkas G. Homeopathy Medicine for the New Millennium. 28th ed. Alonissos: International Academy of Classical Homeopathy; 2015. pp. 78–80.

7. The future of Homeopathic research [Internet] International Academy of Classical Homeopathy | Official website. 2017. [cited 2017 Sep 18]. Available from: https://www.vithoulkas.com/research/articl es/futurehomeopathic-research.

8. Guidelines Concerning Research in Homeopathy [Internet] International Academy of Classical Homeopathy |Official website. 2017. [cited 2017 Sep 18]. Available from: https://www.vithoulkas.com/research/articl es/guidelines-concerning-research- homeopathy.

9. Dewey W. A. Homeopathy in influenza: a chorus of fifty in harmony. J Am Inst Homeopath. 1921;11:1038–1043.

10. Quinton P G. Analysis of 100 consecutive cases. British Homeopathic Journal. 1945;35(1):6–21.

 

 

Os artigos da Journal of Medicine and Life foram fornecidos como cortesia de Carol Davila - University Press

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Alonissos, 7 de Agosto de 2017

Ao Prof. Beny Spira Universidade de São Paulo, Departamento de Microbiologia (ICB)

Prezado Prof. Spira,

 

Escrevo-lhe este e-mail referente ao seu ataque injusto à homeopatia no Jornal da USP http://jornal.usp.br/artigos/a-homeopatia-e-uma-farsa-criminosa Primeiramente, gostaria de informá-lo que com a declaração apresentada, o senhor atacou milhares de médicos homeopatas profissionais em todo o mundo e milhões de pacientes exigentes que selecionaram a homeopatia como método terapêutico de escolha e que obtiveram benefícios com o mesmo.

 

Por isso, eu me pergunto como o senhor pode arriscar-se tanto ao atacar tantas pessoas? Colocar em risco a saúde e o futuro da saúde de tantos pacientes?

 

A minha resposta baseia-se em fatos e ficarei mais do que contente ao ouvir do senhor acerca dos fatos e apenas fatos...

 

Temos de separar a homeopatia dos outros métodos terapêuticos. Este foi exatamente o conteúdo do discurso do Prof. George Vithoulkas no Conselho da Europa (veja os detalhes abaixo):

 

CONSELHO DA EUROPA / Assembleia Parlamentar

Doc. 8435/11 de Junho de 1999

Relatório da abordagem europeia aos medicamentos não convencionais Comitê de Assuntos Sociais, da Saúde e da Família

Relatora: Sra. Lara Ragnarsdóttir, Islândia, Grupo Democrático europeu

Resumo ....

7. Em Maio de 1998, o Comitê dos Assuntos Sociais, da Saúde e da Família ouviu o Sr. Vithoulkas, um homeopata que recebeu o Prêmio Nobel Alternativo e que identifica três categorias terapêuticas separadas: em primeiro lugar, medicina alternativa, a qual inclui a homeopatia e acupuntura; Em segundo lugar, a medicina complementar, que abrange a osteopatia, quiropraxia, fitoterapia, naturopatia e assim por diante. E por fim, a terceira, a categoria paramédica, que inclui técnicas como musicoterapia e meditação que não possuem relação com os remédios adequados.

 

Sabe-se que existem ideias absurdas e estranhas na medicina alternativa e complementar, mas estas não devem ser confundidas com a Homeopatia, medicina séria e eficaz, como foi promulgada pelo Dr. Samuel Hahnemann. https://www.vithoulkas.com/writings/articles/british-media-attackhomeopathy-are-they-justified

 

A homeopatia clássica é uma modalidade terapêutica, médica de fato, baseada no princípio de que a possibilidade de cura para uma determinada doença pode ser alcançada através da aplicação especializada de substâncias farmacêuticas especialmente preparadas. Estas, ao serem administradas a uma pessoa saudável, produzem sintomas similares aos da doença em questão. Dessa forma, as substâncias comprovadas são efetivamente prescritas para as pessoas doentes, pela similitude dos sintomas registrados e comprovados com os sintomas apresentados pelo indivíduo adoecido.

 

A homeopatia clássica não afirma curar tudo mas é significativamente muito bem sucedida nos estágios iniciais das condições crônicas (quando o distúrbio apresenta caráter funcional). Quando há intervenção com o remédio homeopático correto, geralmente poderá ocorrer o impedimento do desenvolvimento da doença.

 

Um número significativo de estudos experimentais confiáveis e positivos sobre homeopatia em níveis moleculares, celulares e clínicos que foram publicados em Revistas de revisão por pares são apresentados abaixo para o pesquisador sério. Os trabalhos de pesquisa são categorizados em três grupos e os mesmos poderão ser visualizados separadamente ao utilizar os hiperlinks (entre colchetes): estudos humanos, estudos em animais e estudos in vitro.

 

Esses documentos foram rigorosamente pesquisados e produzidos por cientistas médicos e foram aprovados e publicados em revistas internacionalmente reconhecidas e altamente respeitadas ou em outras fontes científicas de materiais de pesquisa aprovadas. http://www.vithoulkas.com/research/positive-articles

 

Penso que também seja conveniente que veja o recente Relatório Suíço sobre homeopatia: http://rd.springer.com/book/10.1007/978-3-642-20638-2/page/1?wt_mc=Affiliate.CommissionJunction.3.EPR1089.DeepLink&utm_medium=affiliate&utm_source=commission_junction&utm_campaign=3_n sn6445_deeplink&utm_content=deeplink

 

Incluindo esses links bastante úteis da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a Homeopatia: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/92455/1/9789241506090_eng.pdf?ua=1 http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/44238/1/9789241598842_eng .pdf

 

No seguinte link, o senhor encontrará uma seleção de referências positivas, decisões e Diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS), do Parlamento Europeu, do Conselho da Europa e de outros de 1975 a 2017. https://www.vithoulkas.com/research/recognition-homeopathy

 

Gostaria respeitosamente de chamar a sua atenção para o fato de o Prof. George Vithoulkas ter sido premiado com o Prémio Right Livelihood (Prêmio Nobel Alternativo) em 1996, "por sua contribuição excepcional para o renascimento do conhecimento homeopático e pela formação de homeopatas nos padrões mais elevados. " http://www.rightlivelihoodaward.org/laureates/george-vithoulkas/

 

Por fim, encontra-se no artigo abaixo uma importante abordagem do Prof. George Vithoulkas acerca dos ensaios homeopáticos e meta-análises e considerações interessantes sobre o artigo publicado na Revista Lancet. https://www.vithoulkas.com/research/articles/another-point-viewhomeopathic-trials-and-meta-analyses

 

É nosso dever moral mútuo apoiar e defender os direitos humanos das pessoas e os desejos instintivos dos pacientes, da liberdade de escolha da modalidade terapêutica que proporcione o melhor para si. Esta é uma questão importante da democracia: o respeito pelo paciente e a melhoria da qualidade de vida para a humanidade.

 

Estou à sua disposição para enviar-lhe detalhes adicionais, caso tenha interesse em maiores esclarecimentos.

 

Atenciosamente,

Maria Chorianopoulou

 

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Em 5 de Setembro de 2016 acontecerá uma cerimônia especial, na qual o Professor da medicina homeopática, George Vithoulkas, será homenageado com o título de Professor Honorário da entidade do estado autônomo da República da Chuváchia “Instituto de desenvolvimento profissional adicional para médicos” do Ministério da Saúde da República da Chuváchia em reconhecimento das suas conquistas como educador da área da saúde, sua experiência profissional na educação, pesquisa e também pela sua contribuição geral no avanço do conhecimento médico.

A cerimônia ocorrerá na Academia Internacional de Homeopatia Clássica (Alonissos, Grécia) no dia da comemoração do 20° aniversário de abertura dos Seminários de George Vithoulkas aos homeopatas russos, em 5 de Setembro de 2016 às 18:00.

George Vithoulkas, Prêmio Nobel Alternativo, foi homenageado com uma Medalha de Ouro pela República Húngara. Ele também recebeu a Medalha de Ouro pelo Ministro da Saúde da Índia e o Prêmio de Honra da Academia Médica Nacional pelo ensino de pós-graduação por P.L.Shupik. Ele possui vários títulos de Honra e vários prêmios em comemoração às suas conquistas e contribuições para a Medicina.

Com o início em 2014, o Estado autônomo da República de Chuváchia “Instituto de desenvolvimento profissional adicional para médicos” do Ministério da Saúde da República da Chuváchia conduz vários programas de pós-graduação pela Rússia na área da Homeopatia Clássica, sob orientação direta do Prof. George Vithoulkas.

 

Avaliação do Usuário

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COMPONENTES INORGÂNICOS DAS CÉLULAS
Os principais materiais inorgânicos das células nervosas são Magnésia phos.,  Kali phos., Natrum e Ferrum.  As células musculares contêm o mesmo, com a adição de Kali mur. As células do tecido conjuntivo apresentam a Sílica como substância específica, enquanto nas células de tecido elástico seja provavelmente a Calcarea fluor. Em células ósseas, temos Calcarea fluor. e Magnésia phos. e uma grande proporção de Calcarea phos. Esta última é encontrada em pequenas quantidades nas células dos músculos, nervos, cérebro e tecido conjuntivo. A cartilagem e as células mucosas têm como o seu material específico o  Natrum-mur. inorgânico, o qual é encontrado também em todas as partes sólidas e fluidas do corpo. Os cabelos e o cristalino contêm, entre outras substâncias inorgânicas, também o Ferrum. Os carbonatos como tais, de acordo com Moleschott, não têm nenhuma influência no processo de formação celular.

FORMAÇÃO DAS CÉLULAS TECIDUAIS
O oxigênio do ar, ao atingir os tecidos através do sangue por meio da respiração, atua sobre as substâncias orgânicas na formação de novas células. Os produtos desta transformação são os materiais biológicos que formam a base física do músculo, nervo, tecido conjuntivo e a substância mucosa. Nenhuma dessas substâncias estão presentes como tais no sangue, mas são formadas no interior da albumina. Com eles, os sais inorgânicos formam combinações em virtude das afinidades químicas e assim, novas células são formadas. Com a formação de novas células, ocorre ao mesmo tempo uma destruição das antigas, resultante da ação do oxigênio sobre as substâncias orgânicas que formam a base destas células. Esta oxidação tem, como consequência, uma quebra das próprias células.

Os resultados finais dessa combustão das substâncias orgânicas são a formação de ureia, ácidos úrico, sulfúrico, fosfórico, láctico e carbônicos e também de água. Alguns membros intermediários da série, como por exemplo, ácidos, hipoxantina, acético e butírico, etc. não precisam ser mencionados neste método terapêutico, pois até o momento, o nosso atual conhecimento sobre eles é que eles desempenham um papel bem secundário. A ureia, o ácido úrico e o ácido sulfúrico são os resultados da oxidação das substâncias albuminosas, enquanto que o ácido fosfórico é produzido pela oxidação de lecitina contida nos tecidos nervosos, no cérebro, na medula espinhal e corpúsculos do sangue. O ácido láctico resulta a partir da fermentação do leite-açúcar e, finalmente, se decompõe em água e ácido carbônico.

Os produtos finais da oxidação das substâncias orgânicas são ureia, ácido carbônico e água. Estes, juntamente com os sais libertados, deixam os tecidos e assim, dão lugar aos corpos orgânicos menos oxidados que, por sua vez, finalmente, se submetem à mesma metamorfose.

Os produtos desta mudança tecidual retrógrada são transportados através dos vasos linfáticos, o tecido conjuntivo e as veias, para a vesícula biliar, pulmões, rins, bexiga e pele e deste modo são removidos do organismo com as excreções, tais como a urina, suor, fezes, etc.

A importância e a dignidade da função do tecido conjuntivo foi estabelecido após as pesquisas de Virchow e Von Recklinghausen que realizaram a um estudo mais profundo e demonstraram a sua atividade. O que anteriormente aparentava ser um enchimento ou cobertura protetora, aparece agora como a matriz, na qual os capilares carreiam o plasma a partir do sangue para os tecidos e retorna o mesmo para os vasos sanguíneos e ao mesmo tempo, atua como um dos locais mais importantes de reprodução das células jovens, que são capazes de se desenvolverem a partir das formas latentes embrionárias para estruturas mais diferenciadas do corpo.

Fonte: www.vithoulkas.com

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Há uma impressão geral da homeopatia ser utilizada hoje por milhões de pessoas e praticada por centenas de milhares de profissionais em todo o mundo... o que é verdade! Se os profissionais são capazes de usar essa nova força na medicina de forma adequada, isso uma história totalmente diferente. O campo homeopático da medicina é muito aberto a todos os tipo de intervenções, distorções e más práticas que a sua forma original é quase totalmente mascarada ou perdidas e sua eficácia reduzida a um mero 10% das suas capacidades. Este minimo de 10% ocorre principalmente em um pequeno grupo de profissionais que seguiram os ensinamentos originais das corretas linhas das aplicações de S. Hahnemann. Os resultados obtidos por esses profissionais nas suas práticas é próximo a 70-80% de sucesso. Esses profissionais foram reconhecidos como homeopatas clássicos, mas logo surgiu um monte de intrusos denominados com esta qualificação, a fim de confundirem o público e obterem uma parte da clientela. Embora a eficácia global da homeopatia seja baixa devido à sua má aplicação pela maioria de seus profissionais, nas mentes das pessoas foi estabelecida como uma forma de medicina melhor e mais eficaz do que a medicina convencional, pelos seus efeitos colaterais e complicações. A principal razão para esta impressão é que ela tem se mostrado eficaz em condições de doenças crônicas sem solução para a medicina convencional. Muitos casos de sucesso foram relatados primeiramente por homeopatas clássicos que sabiam como usar essa nova força na medicina de forma adequada. Por conseguinte, é um fato facilmente previsível que ocorrerá uma expansão da utilização da homeopatia. A forma pela qual essa tendência de expansão ocorrerá, é algo que nós ainda veremos. O que é certo, é que a partir de agora a homeopatia vai avançar para um novo status dentro da área médica. A razão é simples, é uma forma de medicina que é extremamente necessária para uma determinada porcentagem da humanidade global que já está profundamente doente com doenças crônicas. As pessoas doentes e que sofrem descobriram o seu potencial e nada pode parar um sistema médico útil que é muito superior à sua contraparte existente. Em 1915, com a morte do famoso homeopata americano James Tyler Kent, a homeopatia declinou repentina e abruptamente. Talvez hoje, 200 anos depois, a maré virará na direção oposta. Quem está exercendo a homeopatia? A situação do mundo, vista a partir do lado dos profissionais é bizarra. Ao perceber a demanda do público, uma grande quantidade de profissionais que estavam relacionados à medicina, mesmo vagamente, está tentando aplicá-la profissionalmente ou em alguma forma de auto-ajuda. Por outro lado, surgiram alguns métodos novos e ideias de como ela poderia ser facilitada e utilizada de forma mais simples, a fim de preencher uma enorme lacuna na educação que existe hoje. Na ignorância, profissionais de todos os tipos buscaram estas maneiras mais fáceis, mas se decepcionaram em pouco tempo. E então, eles tentam uma outra maneira até que sejam novamente desapontados e assim por diante. No momento em que esses profissionais tiverem encontrado a maneira correta de aplicar esta ciência, eles já terão perdido vários anos, muito esforço e muito dinheiro. Na verdade, o estudo correto desta metodologia é bastante rigoroso e exige toda a força e entusiasmo por parte do aluno, a fim de superar as dificuldades em aprender. No passado, os alunos costumavam ficar sempre na periferia da medicina mas ultimamente a maioria dos profissionais que se aproximam são de instituições de ensino sérias, são médicos e muitos deles já com uma especialidade. Mas tais cérebros já estão cansados, pois eles estão sobrecarregados com informações e o espaço em sua capacidade de memória está seriamente reduzido. Uma outra questão que os médicos estão enfrentando é que, assim que eles aprendem elementos rudimentares da homeopatia, eles correm para a prática e logo se encontram inundados de pacientes. Dois anos de aprendizagem, o que sinaliza a conclusão do ensino básico parece ser tudo que eles precisam, a fim de começarem a praticar, mas na verdade, o tempo real necessário para a experiência deveria ter sido 5-7 anos sob supervisão. O médico não pode se desdobrar em todas as enormes possibilidades que existem com esta aprendizagem mais aprofundada. Nos esforços de educarmos adequadamente os médicos, incluo várias Universidades Médicas (Rússia), Faculdades (Índia, Paquistão, América do Sul), Instituições (Europa) e Academias que oferecem tais conhecimentos sólidos como aquele fornecido pela Academia Internacional de Homeopatia Clássica da Grécia no seu "Programa E-Learning de Homeopatia Clássica", o qual é considerado talvez o melhor da categoria de acordo com a avaliação de seus alunos. Este programa é o mais completo e o mais profissional e preparou muitos profissionais excelentes. A formação ideal dos médicos continua a ser o grande desafio para todas as Escolas Médicas, Universidades, Instituições e Academias. Até agora, está estabelecido sem qualquer dúvida que a homeopatia é necessária para uma saúde melhor  no mundo. O que resta agora é encontrar uma maneira de educar corretamente e completamente todos os profissionais potenciais. O problema é que os Governos não apoiarão essa ideia. Formação médica Se precisamos de um estado de saúde melhor, a sociedade tem de cuidar da formação médica. O sistema, tal como se encontra hoje, proíbe tal desenvolvimento e as Instituições Médicas estão fora de questão, é claro. Eles nunca tomarão uma iniciativa, por serem geralmente apoiados financeiramente pela indústria farmacêutica, a qual patrocina todas as suas pesquisas. Aqueles que realmente têm interesse em promover a educação superior para os médicos em um sistema médico de baixo custo, tais como homeopatia, são os setores públicos das instituições de seguros e, é claro, as companhias privadas de seguros. Os sistemas de seguros se encontram neste momento a ponto de colapsarem devido às enormes despesas e por isso em breve a mudança será forçada sobre eles. De uma maneira prática, esta é a minha proposta: Uma, ou melhor ainda, algumas companhias privadas de seguros em conjunto deverão organizar um congresso, no qual serão convidados a apresentarem provas: Os Diretores Executivos das companhias de seguros; os diretores de hospitais, públicos e privados; Representantes dos Ministérios da saúde de toda a Europa, Rússia e EUA As companhias de seguros são as únicas instituições que se preocupam com o custo da cobertura médica e se eles não fizerem algo em breve, elas serão ameaçadas à falência. Nós reunimos os melhores dos nossos casos registrados em vídeos e apresentamos a eles milhares de curas impressionantes de todos os tipos de patologias, desde os casos graves de gangrena, antes da amputação,  neurodermatite, gengivite, psoríase, condições asmáticas até casos neuromusculares, doenças mentais, colite ulcerativa etc. etc. Esta é a única maneira pela qual poderemos impressioná-los e persuadi-los a pouparem talvez, uma pequena parte do dinheiro disponível para a pesquisa, com intuito de educar adequadamente jovens médicos, recém-graduados e disposto a aprenderem esta ciência. Tal investimento seria definitivamente enormemente pago a longo prazo e talvez poupará para as empresas valores enormes de dinheiro e, ao mesmo tempo, melhorar a saúde geral da população. É interessante que, pelo menos na Grécia, os pacientes estão pagando do seu próprio bolso pelo tratamento homeopático. Isso vem acontecendo desde quando introduzi a homeopatia na Grécia há 50 anos. É uma prova de que realmente os pacientes estão dispostos a pagarem do seu próprio bolso se sentirem que o tratamento é eficaz. Quais são as distorções Neste momento, as distorções sobre a aplicação desta metodologia são tantas e tão ultrajantes que não é possível passar por elas, uma por uma e mostrar as falácias e confusões. A maneira correta de aplicar a homeopatia e as dificuldades no tratamento das doenças estão mais complexas hoje por causa das drogas químicas não direcionadas e vacinas múltiplas que martelam o sistema imunológico do organismo humano, deixando-o profundamente comprometido [1]. A ideia básica da homeopatia é que um remédio tem no seu potencial a capacidade de tratar doenças semelhantes às produzidas por uma substância. Portanto, é uma questão de sincronismo entre a energia do doente e a energia do remédio. Se o remédio correto for encontrado, ocorre o milagre de uma redefinição de todo o mecanismo de defesa que foi afetado. Com o intuito de encontrar a sintomatologia, a qual é necessária para guiá-lo para o remédio indicado, você precisará possuir um conhecimento profundo dos homeoterapêuticos. Esta é uma tarefa difícil, especialmente para as mentes já sobrecarregadas dos médicos do Ocidente que aprenderam todas as informações necessárias na medicina contemporânea. A dificuldade inerente para aprenderem a lidar corretamente com os casos com a homeopatia clássica é o motivo para as distorções no sistema original de Hahnemann. Os profissionais têm tentado encontrar atalhos. Darei um exemplo: se um profissional não sabe ou não tem certeza de ser o remédio correto necessário em um caso específico, ele poderá misturar mais três, quatro ou até mesmo vários remédios na esperança de que o correto esteja dentro destes grupos de remédios. Muitas vezes neste sistema, especialmente na população do Leste (Indianos, paquistaneses e sul-americanos), há um efeito inicial que agrada o paciente, mas na continuidade, quando há uma recaída, pode haver uma confusão a respeito de como eles deverão continuar e, portanto, finalmente virá o desapontamento. Mas, em condições crônicas profundas, especialmente nas que se encontram os pacientes do Ocidente, este sistema de múltiplos remédios raramente dá resultados e, portanto, outros caminhos fáceis são procurados e o benefício obtido é apenas um efeito placebo. Uma vez que tais pacientes que sofrem com uma doença crônica são quase sempre afetados na parte mental/emocional, um tratamento suave de um profissional simpático pode ter um resultado melhor na psiquê do que os medicamentos químicos agressivos propostos pela medicina convencional. Mas o efeito real que a homeopatia pode proporcionar é raramente percebido. E assim, os homeopatas deste tipo com meio-conhecimento, vivem na ilusão de que eles estão aplicando a ciência que pensam saber bem, quando na realidade eles não sabem. Nem os seus pacientes suspeitam que eles poderiam ter sido curados dentro de um curto espaço de tempo, se tivessem entrado em contato com um homeopata qualificado. Todas as críticas da mídia no Ocidente foram e ainda são baseadas nesses fatos supramencionados [2]. A posição das Escolas Médicas no Ocidente Apesar da crescente evidência de que a homeopatia poderia cobrir uma parte substancial do tratamento de condições crônicas, as Escolas Médicas no Ocidente, na Europa e nos EUA se mantiveram em algum lugar de hostilidade e indiferença, não oferecendo nenhum tipo de ajuda para um sistema de medicina no qual a indústria farmacêutica poderia ter poucos dividendos. As únicas exceções são as Escolas Médicas russas e ucranianas que parecem estar mais preocupadas com a saúde dos seus cidadãos do que com as finanças da indústria farmacêutica. Esta atitude hostil é principalmente devido ao fato das Escolas de Medicina do Oeste e especialmente os seus projetos de pesquisa permaneceram firmemente ligadas às entrada de fundos da indústria farmacêutica [3]. Ou o sistema tem de entrar em colapso completo antes que haja uma mudança profunda na filosofia e estratégia da política de saúde no Ocidente, ou a indústria farmacêutica pegará por vontade própria o mercado homeopática e tirará proveito dos ganhos. Nesse tempo, os benefícios de uma saúde melhor  irão automaticamente para os países que se tornarem primeiramente conscientes das vantagens desta nova força na medicina. Esses países parecem ser neste momento: Grécia, Israel, Rússia e os países da antiga União Soviética cujas instituições médicas não estão sob o controle total da indústria farmacêutica neste momento.. A necessidade de pesquisas Não há dúvida de que a homeopatia precisa de mais investigações clínicas, a fim de projetar com evidência inegável o seu ponto de vista para a profissão médica. É verdade que, neste momento, ninguém sabe exatamente quais são as possibilidades e onde estão os limites desta metodologia de cura real. A razão é que a medicina convencional aceita apenas um modelo para a pesquisa: o de um efeito de "uniforme" de uma droga química em cima de uma patologia específica em todos os organismos animais ou humanos, enquanto a homeopatia é uma medicina individualizada que procura um remédio específico para atender um único organismo doente. Como este ponto de diferença poderia ser superado, até agora ninguém deu uma resposta final. No entanto, esta fraqueza nas metodologias de pesquisa que não se encaixam os requisitos homeopáticos, tem sido utilizada pela medicina convencional e os seus apoiadores, alegando que eles não podem aceitar os resultados terapêuticos a menos que estes sejam apresentados em ensaios duplo-cego controlados, como os dos medicamentos convencionais. A grande diferença é que a homeopatia não pode afirmar que ele tem em seu arsenal remédios para patologias específicas e portanto, o paradigma da pesquisa convencional de ERA não pode ser aplicado à homeopatia, pelo menos da mesma forma e do mesmo modo que é válido para as drogas convencionais, essa alegação de curar patologias específicas. A medicina convencional oferece um medicamento para uma doença específica; a homeopatia oferece um remédio para um indivíduo doente. O sistema convencional de medicamento forçará o desaparecimento dos sintomas e em muitos casos, suprimirá os sintomas [4], mas a homeopatia restaurará a saúde do paciente, mas não facilmente de forma rotineira e não sempre! O método convencional terá rapidez no seu efeito, o segundo será mais lento e tedioso. Para descobrir os parâmetros que definem esses limites é uma questão de experiências repetidas e tediosas que requerem uma grande investimento que é difíceis de ser gerado pelos profissionais privados, que são os únicos interessados em apresentarem essas experiências. Há uma diferença tão profunda na abordagem da investigação em ensaios clínicos que não há nenhum comprometimento entre os dois. O primeiro mata as bactérias instantaneamente, o segundo reforça o organismo para que o organismo combata as bactérias por si. Acredito que em um futuro não distante serão desenvolvidas ferramentas para a pesquisa sobre os remédios individuais que poderão ser capazes de mostrar os efeitos desejados e a superioridade do sistema homeopático. Nesses esforços, uma ferramenta que ajudará enormemente será um sistema de computador que analisará e avaliará os sintomas de cada paciente e escolherá o remédio correto automaticamente. Essa ferramenta é o programa de computador desenvolvido pela empresa Choes, o VithoulkasCompass, que é aperfeiçoado a cada dia por um sistema gênio de feedback. Mas toda essa discussão sobre os ensaios clínicos é apenas um dos lados da investigação necessária, a fim de apresentar a eficácia do sistema para o público. investigação essencial é necessária em outra frente. Os meios, as principais ferramentas que estamos utilizando com intuito de trazermos uma cura são os remédios que foram experimentados em indivíduos saudáveis, de acordo com as instruções de Hahnemann. Até o momento, essas experimentações foram registradas em uma enciclopédia de Matéria Médica e constituiu uma grande ferramenta que nos permitiu curar a maioria dos nossos casos. Mas as doenças mudaram desde a época de Hahnemann e Kent e as novas condições patológicas manifestadas, especialmente nos aspectos mentais e emocionais do organismo humano após as intervenções de vários agentes químicos profundos e hormonais, adicionalmente as múltiplas vacinas que foram usadas nas últimas décadas. Os distúrbios foram deslocados para o interior da mente humana e hoje temos uma multiplicidade de doenças psiquiátricas e mais uma variedade de doenças neuromusculares, como a esclerose múltipla, Parkinson etc. É por isso que precisamos analisar agora as possibilidades desses remédios de tocarem essa parte mais profunda do cérebro, em um mais central. Hoje sabemos bastante as possibilidades de certos remédios, mas temos centenas de outros que sabemos muito pouco sobre a sua ação mais profunda sobre o cérebro humano. Para obter tal informação, é necessário realizar experiências de tal forma para compreendermos a sintomatologia dos remédios nos seus diferentes níveis de patologia. Por exemplo, quando temos a patologia somática, os sintomas-chaves do remédio são diferentes de quando temos patologia mental do mesmo remédio. Esta é a experiência. Para poder coletar as informações mais profundas dos remédios, exige um esforço combinado de um grande número de indivíduos dedicados e uma pesquisa estruturada, a qual é muito mais exigente do que quaisquer outros experimentos semelhantes até agora. O que eu estou querendo dizer é que a nossa ciência ainda está na sua infância, em comparação com a profundidade e as possibilidades que existem como potenciais para a cura através da homeopatia. A homeopatia é uma descoberta sem fim, contanto que siga as linhas corretas, em tal caso as novas descobertas acrescentarão forças para a ciência, enquanto as ideias irrelevantes, fantasias e delírios irão destruí-la. [1] The “Continuum” of Unified Theory of Diseaseshttp://www.medscimonit.com/abstract/index/idArt/878341 [2] “British media attacks on homeopathy: Are they justified?”http://www.vithoulkas.com/sites/default/files/the_attack_of_british_press_on_homeopathy_fin.pdf [3] Arabian nights-1001 tales of how pharmaceutical companies cater to the medical material needs of doctors:case reporthttp://www.bmj.com/content/321/7276/1563 , Selling sickness: the pharmaceutical industry and disease mongerning Commentary: Medicalisation of risk factors http://www.bmj.com/content/324/7342/886.1   [4] The “Continuum” of Unified Theory of Diseaseshttp://www.medscimonit.com/abstract/index/idArt/878341 Fonte: http://hpathy.com/homeopathy-papers/future-homeopathy-perspective-view/

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