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DEBATE George Vithoulkas* International Academy of Classical Homeopathy, Alonissos 37005, Greece Homeopathy (2008) 97, 103–106 2008 The Faculty of Homeopathy doi:10.1016/j.homp.2008.02.004, disponível  online em inglês em:  http://www.sciencedirect.com   A Homeopatia está sendo atacada pela mídia britânica. Estes ataques retratam o apoio de afirmações irresponsáveis e injustificadas de certos professores da homeopatia. Tais afirmações incluem o uso de "sonho" e métodos "imaginários" para as experimentações. Para a prescrição, alguns desses professores tentam substituir o laborioso processo de combinação do quadro sintomático com o remédio com teorias espúrias baseadas em "assinaturas", sensações e outros métodos. Outras afirmações irresponsáveis também foram feitas. Estas '' ideias novas '' colocam em risco a destruição dos princípios, da teoria e a prática da homeopatia.  Homeopatia (2008) 97, 103-106. Palavras-chave: mídia; experimentações; sonho; assinaturas; sensações; delírios; Imunização; homeopatia; ataque à Homeopatia; placebo; Profilaxia homeopática   Introdução No momento, a homeopatia está passando pelo pior ataque já realizado pela imprensa britânica e precisamos fazer uma pergunta a nós mesmos: São esses ataques realmente justificáveis? Os ataques podem estar servindo de oportunismo, interesses diretos ou até mesmo o ódio daqueles que se opõem à homeopatia. Eles podem ser mal-intencionados e até mesmo maldosos. No entanto, se formos honestos, temos que aceitar que eles obtiveram alguns de seus argumentos e munições a partir da categoria da homeopatia, por causa da irresponsabilidade da nossa parte. Refiro-me às declarações ultrajantes feitas por alguns homeopatas e '' professores modernos” e as suas ''ideias novas'' que estão destruindo os princípios, a teoria e a prática da verdadeira Homeopatia Hahnemaniana. Metodologia da experimentação A credibilidade das experimentações (ensaios patogenéticos homeopáticos) dos remédios homeopáticos, o pilar fundamental da homeopatia, hoje está sendo demolida por ''ideias novas'' referentes aos caminhos em que a experimentação poderia ser conduzida. Certos professores afirmam que não há necessidade dos remédios serem experimentados em seres humanos, mas em vez disso, os sintomas podem ser simplesmente imaginados, por exemplo: "É no nível da mente que esse grupo de análises pode oferecer os maiores benefícios. Uma vez que o tema central dos elementos componentes são conhecidos, será possível deduzir o tema da combinação do remédio”1 e "O método de análise do grupo torna possível pensar sobre a homeopatia em um novo nível, um resumo, ou mesmo em nível metafísico. Isto permite-nos prever mais ou menos a imagem de um remédio totalmente desconhecido”.2 Pode-se facilmente prever onde tal absurdo das ''ideias novas'' levará: centenas de homeopatas “imaginativos” “imaginarão” centenas de “experimentações” diferentes para o mesmo remédio! Não há nada errado nos esforços de alguns para atrair a atenção por meio da invenção de novos remédios. Isto não é, contudo, justo para o bem daqueles que cofiam nas experimentações, que tais autores ignorem as regras segundo as quais uma experimentação correta é conduzida, de acordo com os Princípios e a prática aplicada por Hahnemann. Os métodos que muitos pesquisadores têm seguido para ''fornecer'' as experimentações para novos remédios provam que eles não seguiram as instruções de Hahnemann. “...um método novo e revolucionário de experimentações, que envolveu todo um grupo de pessoas a tomar uma dose do remédio, alguns dias antes ou até mesmo durante um seminário, e em seguida, discutirem os efeitos da dose durante o seminário. Eles eram geralmente muito produtivos em termos de sintomatologia, especialmente na esfera emocional nos sonhos, a qual deu uma ideia dos processos internos da substância. Eu fiquei impressionado com o efeito que a dose teve na consciência coletiva do grupo, e como, quando tomado coletivamente, o efeito da dose parecia multiplicar-se e tornar-se muito mais proeminente do que quando dada na base individual.”3 Uma experimentação pode ser realizada com um grupo de estudos ou em um seminário, onde cada aluno toma uma única dose alguns dias antes ou durante a aula e, em seguida, comparar as experiências. Estas experimentações muitas vezes se concentram em sonhos e nos sintomas mentais em um esforço para descobrir o significado mais profundo do remédio. Este método tem sido praticado extensivamente por Jürgen Becker na Alemanha e foi adotado por outros professores contemporâneos. A ideia é descobrir o tema inconsciente principal do remédio durante a experimentação no seminário. Isto é ainda reforçado ao discutir a experiência com o grupo para o ar e formular as ideias centrais. A vantagem deste método é que ele pode ser um atalho para a essência interna do remédio.”4 “Na Escola de Homeopatia, onde nos encontramos uma vez por mês, temos conseguido resultados em grupos de experimentações desde 1991, usando uma variedade de estímulos: usando substância material; segurando-a; olhando-a; ao meditar sobre ela. Nós atingimos resultados com as potências de 30C à 200C. Temos invocado o grupo de experimentação por um membro que prende o conceito/ a imagem de uma coisa em sua mente (o remetente), enquanto o grupo sentou-se em um período de silêncio e auto-observação (os receptores). É a experiência comum entre os experimentadores que certos indivíduos (que mais tarde revelam sintomas cardinais por causa da sua afinidade com a substância em teste) desenvolvem sintomas que, posteriormente, são confirmados como pertencentes à experimentação antes de mais ninguém ter "tomado" a substância.”5 “Para mim, a experimentação na meditação é muitas vezes o mais conveniente e útil. Ele dá resultados rápidos e com pouco esforço. As desvantagens são de que a imagem não será completa e poderá estar incorreta em partes. Mas isso também poderá ser o caso de outras experimentações. Na minha experiência, muitas vezes as experimentações por meditação são completamente confiáveis ​​e dão a essência do remédio, mais do que nas experimentações por sonhos”. 6 O entusiasmo para ''provocar'' os sintomas, levou a afirmar que mesmo uma dose de uma elevada potência pode produzir centenas de sintomas em um pequeno grupo de pessoas. “A experimentação da Coca-Cola foi realizada durante o meu seminário em São Francisco em Maio de 1994. Aos participantes do seminário foram dadas uma dose da droga na potência 30C. Eles foram instruídos a observarem os seus sintomas ao longo dos próximos 2 dias, se eles tomaram a dose ou não.”7  Dos 305 sintomas mentais em hidrogênio, 61 foram produzidos pela 6° potência (2 experimentadores), 17 pela 9° potência (1 experimentador), 27 pela 12° potência (3 experimentadores), 3 na 15°potência (2 experimentadores), 140 experimentadores na 30° potência (3 experimentadores) e 56 na 200° potência (4 experimentadores).”8 “O remédio é feito em uma potência de 30C. Todos os provadores começam aproximadamente ao mesmo tempo e dia a tomarem uma dose.''9 A maioria destes ''experimentadores'' provavelmente não tinham lido e apreciado que Hahnemann utilizava apenas doses materiais nas experimentações, nas quais a sua Matéria Médica Pura está baseada. No parágrafo 32 da Organon10 afirma que todas as ''substâncias podem produzir sintomas, desde que sejam tomadas em quantidades suficientemente grandes.” Na sexta e última edição do Organon, no parágrafo 130, ele afirma que somente aqueles sensíveis à uma substância podem ter sintomas de uma potência elevada e isso apenas se eles tomam o remédio todos os dias por vários dias.11 Com o objetivo de estabelecer sintomas que são de confiança e que são devidos ao remédio, a experiência deverá ser repetida várias vezes. Na prática diária, frequentemente prescrevemos o remédio errado e ainda assim os sintomas da “experimentação” são raramente vistos. Este fato sozinho mostra a escassez de tais “pessoas sensíveis” que poderiam experimentar os remédios em alta potência. Alguns até mesmo afirmaram que não há necessidade de um remédio verdadeiro. Você pode escrever o nome do remédio e a potência em um pedaço de papel, colocar um copo d´ água sobre ele e o remédio potencializado é preparado! "Os meus pacientes têm escrito o remédio e potência em um pedaço de papel por anos e funciona como um encanto. Porque nós trabalhamos com energia e espírito, a nossa INTENÇÃO do que nos propusemos a fazer é fundamental para que se comporte como esperamos, ou seja, se você escrever Lachesis 30C no papel e a pessoa com as ondas de calor deixa de tê-las, então, o homeopata deverá estar focado e concentrado em sua coleta desta energia.”12 Ou que você não precise nem mesmo dar o remédio, você só tem que pensar sobre isso e o paciente estará curado! “Eu fui ensinado que a intenção era tudo. E, claro, vemos um paciente no meio da tomada do nosso caso repentinamente começa a melhorar, uma vez que pensamos no remédio para eles. Pelo menos eu faço.”12 Com tais declarações como é possível se defender contra a ideia de que a homeopatia não é nada, mas um “efeito placebo''? A seleção do remédio A segunda questão importante levantada por esta tempestade de ''modernização'' é a distorção da metodologia essencial através da qual o medicamento é escolhido. Alguns ''professores modernos” afirmam ter encontrado maneiras de encurtar o laborioso trabalho necessário para encontrar o remédio que coincide com os sintomas do paciente. Eles sugerem, por exemplo: encontrar os delírios de cada pessoa e prescrever em conformidade. “Eu também percebi a importância da seção sobre ilusões, porque uma ilusão é uma falsa percepção da realidade, e a doença também é uma falsa percepção do presente. O estado mental como um todo de uma pessoa é uma expressão dessa falsa percepção (ilusão).'' “A cura é o restabelecimento da saúde. Ela é alcançada quando o homem se torna consciente da sua falsa percepção da realidade. Isto é possível ao expô-lo ao seu delírio. Esta é a base da lei dos semelhantes, na qual a Homeopatia é fundamentada.”13 Em outras palavras, eles guiam o ingênuo e aluno crédulo a localizarem uma ilusão em cada paciente! Outros sugerem a prescrição apenas de acordo com sintomas mentais: "Para repetir, deixe-me salientar que prescrevemos sobre os sintomas da mente (deixando de lado todos os outros sintomas relacionados ao nível do corpo conhecido popularmente de físico) e, por sua vez ao obter um estímulo no sistema automático, que é o responsável por manter eficiente o sistema de Assimilação e de Eliminação.”14 Mesmo que muitos pacientes sofram apenas de sintomas físicos e não tenham necessariamente os sintomas psicológicos, quanto mais as ilusões. Dentro dessa onda de teoria espúria e de super simplificação, outros sugerem agrupar os pacientes de acordo com algumas características “comuns”, ignorando o princípio da singularidade de cada organismo.15 Eles ensinam, por exemplo, que o estudante deve analisar se o paciente tem semelhanças com um animal ou uma planta, ou um mineral, e, consequentemente, olhar para o grupo correspondente de remédios para encontrar o similimum.16 Esta é essencialmente a velha ideia das ''assinaturas'' abandonado como inútil há centenas de anos, agora apresentada como uma solução moderna esclarecida para encontrar facilmente o medicamento indicado. Na realidade, o que é sugerido é o abandono do processo de encontrar o remédio correto através da repertorização e pesquisa na Matéria Médica. A opinião de Hahnemann sobre essas ideias foi muito clara: "...Eu devo poupar a escola médica comum da humilhação de lembrá-la da loucura desses médicos antigos que determinam os poderes medicinais das drogas brutas a partir da sua Assinatura.”17 A falha deste método é um dos principais motivos pelos quais Hahnemann procurou uma maneira mais lógica de curar as pessoas e o porquê ele desenvolveu a homeopatia. Posteriormente outro ponto de vista foi manifestado: que cada paciente corresponde a um e somente um remédio homeopático, o remédio ''núcleo” que deve de ser encontrado, então o paciente não seria curado, ignorando o fato de que em doenças miasmáticas profundas, como são a maioria dos casos atuais, uma série de remédios homeopáticos prescritos em sequência, em intervalos longos, é necessária com o objetivo de realizar uma cura. “Esta é a minha experiência, que se você encontrar o remédio que está realmente no nível mais profundo, eles farão muito bem por vários anos. Normalmente, no final desse tempo eles são tão saudáveis que não precisam fazer nenhum outro remédio. Caso contrário, você só conseguirá um efeito parcial, mas você não entendeu realmente. Como Hahnemann disse, você está ziguezagueando para a cura e eu não posso fazer isso muito frequentemente, me deixa tonto! Se você for à profundidade da pessoa, você verá o interruptor principal, que com um estalido faz com que todas as lâmpadas individuais sejam acendidas.”18 “Quando prescrevemos o remédio a um paciente na base da Hipótese Primária Psórica, com os temas precisos e Motivos Orientadores, devemos esperar que a cura se manifestará como um salto quântico.”19 Sensações e Ilusões Outra ideia recente que estou com receio de que prolongará a confusão de estudantes é a projeção do profissional de um "contexto" supostamente subjacente '' das ''sensações'' do paciente, para algo além do seu significado e da sua realidade. "Outro componente-chave deste sistema tem a ver com entrar em sintonia com as sensações do paciente. Existe uma certa energia na sensação específica que tem a ver tanto com a queixa principal e o estado geral do paciente, que tem um significado enorme. Dr. Sankaran denominou estes como as sensações vitais. As sensações vitais não são meramente sintomas físicos ou emoções, mas sim as sensações comuns conectam a mente e o corpo. Na verdade, o nível vital é mais profundo do que a mente ou o corpo; é no ponto central do estado de doença. Estes são fenômenos não-humanos específicos, ou seja, não são exclusivos para o domínio apenas dos seres-humanos e, assim, leva-nos diretamente à fonte do remédio em si.”20 Projetar as “sensações'' do paciente é um caminho escorregadio para um homeopata tomar, pois essas ''projeções'' não são registradas nas Matérias Médicas, e cada praticante será tentado a encontrar um outro ''contexto” subjacente nos sentimentos do paciente. O fato é que nós temos que combinar os sintomas do paciente com os sintomas de experimentação do remédio  e para tal trabalho, temos ferramentas e regras. O restante é mera conjetura que permite a ridicularização da homeopatia como tem aparecido recentemente na imprensa britânica. Essas ideias extremas criam confusão nas mentes dos estudantes desinformados e ao mesmo tempo, elas deram munição para os inimigos da homeopatia.   Ideias perigosas   Outras “ideias novas” ainda mais perigosas também vieram à tona. Por exemplo, a versão homeopática de vacinação. Isto originou a partir de um mal-entendido sobre a ideia de Hahnemann de que a Belladona, por exemplo, poderia atuar terapeuticamente durante uma epidemia de escarlatina, e não como um preventivo mas porque era o ''gênio'' daquela epidemia e agia de forma curativa no início da infecção. Esta observação foi tomada no sentido de que podemos dar a alguém um remédio hoje e ele irá protegê-lo de uma epidemia em potencial que poderá surgir em um ano ou dois depois.21 Outras ideias seguintes que apenas os fanáticos de uma seita religiosa poderiam adotar: como ''a homeopatia pode curar tudo, mesmo todas as formas de câncer ou AIDS''22 ou ainda pior ''tons musicais potencializados ou a luz de Vênus ou da lua24 e dá-los como um remédio!" E então alguns homeopatas, enganados por tais ideias, afirmam ter encontrado uma cura para a AIDS, como um tom musical tocado em um CD "Downloads de cura são uma forma de auto-cura holística com base na ressonância de uma vasta gama de doenças e enfermidades. Eles baseiam-se em uma descoberta que surgiu durante a aplicação de uma parte negligenciada da homeopatia para o tratamento da AIDS e Malária na África. Descobrimos uma nova forma de cura baseada nos princípios e práticas comprovados pelo tempo, mas com uma nova forma de entrega.”25 E eles chamam tal absurdo de homeopatia clássica! Com todas estas ''ideias novas” irracionais e arbitrárias, os “professores modernos” estão difamando a homeopatia e demolindo os pilares fundamentais que constituem seu edifício científico. Portanto, não é sem razão que os cientistas reagiram mal, que a mídia lançou uma guerra contra a homeopatia e os oponentes à homeopatia estão comemorando neste momento. Conclusão Os ataques da mídia britânica têm influenciado a percepção de toda a homeopatia em todo o mundo. Eu prevejo que isso continuará, e independentemente dos interesses óbvios investidos que eles servem. Mas a triste realidade é que eles não são sem justificativa. O grande edifício da credibilidade científica em homeopatia, que foi construído com tanto trabalho em tantos anos, por tantas pessoas empenhadas está agora em ruínas. Nós, a comunidade homeopática, estamos fornecendo os argumentos de que a homeopatia não é uma ciência. O conhecimento real é intercalado com confusão e desinformação, o trabalho duro é substituído pela projeção; e auto interesse é apresentado como ensino altruísta. No entanto, esta é a vida: onde há luz, há também sombras. Atualmente existem homeopatas suficientes que são sãos e que podem transformar a loucura, a desordem e a confusão em ordem e sanidade, mas eles deverão falar. Esta revista deveria ser parte de um movimento proativo para defender a essência e a substância das teorias e os princípios legados a nós por Samuel Hahnemann. Artigo completo original em inglês disponível em: Homeopathy (2008) 97, 103–106 2008 The Faculty of Homeopathy doi:10.1016/j.homp.2008.02.004:  http://www.sciencedirect.com http://www.vithoulkas.com/sites/default/files/the_attack_of_british_press_on_homeopathy_fin.pdf Referências Bibliográficas 1 Scholten J. Homoeopathy and minerals. Utrecht: Stichting Alonissos, 1993, p 23. 2 Scholten J. Homoeopathy and minerals. Utrecht: Stichting Alonissos, 1993, p 289. 3 Sankaran R. Provings: similia similibus curentur. Bombay: Homeopathic Medical Publishers, 1998 [Introduction]. 4 Sherr J. The dynamics and methodology of homoeopathic provings, Types of provings. West Malvern; 1994, pp 16–17. 5 Norland M. Homoeopath Links 2000; 13: 138–142. 6 Scholten J. Interhomeopathy, Theory of provings, October 2007. 7 Sankaran R. Provings: similia similibus curentur. Bombay: Homeopathic Medical Publishers, 1998 [Coca cola]. 8 Sherr J. Proving of hydrogen. West Malvern: 1992. 9 Herrick N. Animal mind, human voices: provings of eight new animal remedies. Hahnemann Clinic Publishing, 1998. 10 Hahnemann S. Organon of medicine, 6th edn, B. Jain Publishers, 1982, p 114. 11 Hahnemann S. Organon of medicine, 6th edn, New Delhi: B. Jain Publishers, 1982, pp 198–203. 12 Nauman E. Homoeopath Links 2000; 13: 193–194. 13 Sankaran R. The spirit of homoeopathy. Bombay: R. Sankaran, 1991, p 6. 14 Sehgal ML. Rediscovery of homeopathy. Delhi: Sehgal Brothers, 1992, p 33. 15 Scholten J. Homoeopathy and the elements. Introduction – the group analysis method. Utrecht: Stichting Alonissos, 1996. 16 Sankaran R. The substance of homoeopathy. The natural classification of drugs. Bombay: Homepathic Medical Publishers, 1994, p 101. 17 Dudgeon RE. The lesser writings of Hahnemann. Essay on a new principle for ascertaining the curative powers of drugs, with a few glances at those hitherto employed. New Delhi: B. Jain Publishers, 1987, p 255. 18 Sankaran R. There is no two, an interview by Tessler N. Similimum the Journal of the Homepathic Academy of Naturopathic Physicians winter 2003. 19 Neesgaard P. Hypothesis collection – primary psora and miasmatic dynamic, Encyclopedia homoeopathica, v. 2.2.2., 2007. 20 Sankaran R. The sensation in homeopathy. Bombay: Homeopathic Medical Publishers, 2004. 21 Golden I. An energetic model of homeopathy. Homoeopath Links Summer 2007; 20: 86. 22 Chappell P. The second similimum. Haren: Homeolinks Publishers, 2005. 23 Sankaran R. The substance of homeopathy. Imponderabilia – a proving of music. Bombay: Homeopathic Medical Publishers, 1994, p 238. 24 Clarke John H. Practical materia medica, vol. 2. New Delhi: B. Jain Publishers, 1986, p 320. 25 Chappell P, van der Zee H, Hiwat C. . Fonte imagem: www.alive.com
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