Como podem nascer crianças mais saudáveis? Uma hipótese sobre como criar uma raça humana melhor.

Como podem nascer crianças mais saudáveis? Uma hipótese sobre como criar uma raça humana melhor.

George Vithoulkas Seema Mahesh

A hipótese apresentada neste artigo é o resultado de discussões com pais de várias nacionalidades ao longo de muitos anos.

Aqui, serão abordadas duas questões principais:

a. Quais são as condições que ajudam a produzir crianças mais saudáveis?
b. O que os pais devem saber sobre suas responsabilidades em dar à luz crianças mais saudáveis?

Em 50 anos de prática, considerei casais com mais de um filho e comparei a saúde de uma criança com a outra, tentando encontrar os motivos pelos quais uma apresentava uma saúde melhor do que a outra. Eu inferi que o fator crucial era o “estado erótico” dos pais no momento da concepção. Crianças nascidas quando os pais estavam completamente perdidos um no outro, em um clímax erótico, eram as mais saudáveis e tinham as melhores qualidades de ambos os pais.
A hipótese é que para regenerar a raça humana ao seu zênite, condições que promovam relacionamentos amorosos e o nascimento de crianças de tais relacionamentos deverão ser encorajadas em nossa sociedade.

Epigenômica • Eugenia • Felicidade • Amor • Bem-estar social
PNI – psiconeuroimunologia

Background A regeneração da raça humana tem sido discutida extensivamente com propostas de diferentes métodos para criar um “super ser-humano modificado” com as melhores qualidades possíveis da nossa espécie (por exemplo, eugenia e escolha germinal). Contudo, essas tentativas criarão monstros em vez de super-humanos. Existe uma outra maneira mais natural e efetiva de regenerar a raça humana, a qual requer uma profunda compreensão da natureza humana e psicologia. O método será apresentado neste artigo. Vithoulkas G. et al.: Children of love © Med Sci Hypotheses, 2017; 4: 38-46

Considerações preliminares
Determinados grupos étnicos do chamado Terceiro Mundo, em geral desfrutam um estado psicológico melhor (com felicidade muito maior) do que os grupos do mundo ocidental, a Europa e os EUA, embora o último apresente uma melhor cobertura médica e um modo de vida mais confortável. [3-5].
A principal diferença é que os pais do Terceiro Mundo mantêm a prole do amor, enquanto tais embriões decorrentes de um “primeiro caso de amor prematuro” em países “civilizados” têm terminado frequentemente em aborto [6-9].


Três fatores principais desempenham um papel na saúde do recém-nascido, além da higiene:

1 – A predisposição hereditária

2- O histórico médico dos pais (por exemplo, doenças, vacinas e drogas recebidas no passado)

3- O estado psicológico dos pais no momento da concepção [10-14].

Como os dois primeiros fatores já foram contabilizados, eu investiguei exclusivamente o terceiro parâmetro como uma variável no sistema.
Por ter tratado de muitas famílias ao longo de muitos anos, eu pude observar que, em várias ocasiões, uma criança apresentava boa saúde enquanto a outra estava constantemente doente. Eu também pude ver uma criança que era sociável, inteligente e expressava facilmente suas emoções, enquanto a outra era reservada, hipersensível, facilmente ofendida, evitava contatos, e não conseguia expressar suas emoções [15,16].
Quais poderiam ser os motivos de tais diferenças na mesma família?
Descobri que a variável que explicava essas diferenças estava na natureza do casamento dos pais, se havia sido por amor, arranjado, ou casamento comprometido, especialmente por parte da mulher. Quando o casamento era arranjado (ou por um compromisso de interesses e não amor), o primeiro filho apresentava mais problemas – principalmente em um nível emocional. Se o casamento fosse um casamento amoroso, o filho problemático seria talvez o segundo, o terceiro ou quarto, geralmente quando a paixão do amor inicial diminuía consideravelmente.
Esta observação me deu a ideia de que, quando os pais estavam apaixonados no momento da concepção, eles criavam uma criança “adorável” que carregava suas melhores qualidades. Quando o casamento era “arranjado”, no sentido mais amplo, o primeiro filho apresentava a maioria dos problemas. A razão era que os pais não se conheciam muito bem no momento da primeira relação sexual, de modo que a criança suportou as “reservas e sensibilidades” dos pais. Se finalmente eles se sentissem mais próximos um do outro, as próximas crianças seriam mais serenas, saudáveis e emocionalmente estáveis.
Para validar esta primeira inferência, comecei a pedir aos pais que descrevessem seus estados psicológicos – especialmente em relação aos seus “sentimentos eróticos” – no momento da concepção [17-20]. Muitos não conseguiram se lembrar, mas outros conseguiram e o último grupo descreveu como eles sentiram. Quando eles disseram: “Estávamos loucamente apaixonados um pelo outro”, invariavelmente a criança apresentava uma boa aparência ou pelo menos melhor do que as aparências de ambos os pais, na aparência externa. E também, a criança parecia ter herdado as melhores qualidades de ambos os pais em termos de condições mentais e emocionais.
Eu os chamei de “filhos do amor” e os vi crescerem ao longo dos anos.

O desenvolvimento da ideia
Antes de chegar a conclusões definitivas, considerei dois fatores em relação ao desenvolvimento humano:

A teratogênese no corpo físico ocorre da exposição às substâncias químicas e fármacos (por exemplo, de talidomida ou urânio empobrecido) [21-25]. Essas vítimas, ao perderem algumas das suas partes do corpo, geralmente desenvolvem formas alternativas de funcionamento para compensarem a deficiência [26,27].
Existem outros exemplos que demonstram a tendência do corpo em desenvolver uma rota alternativa para alcançar o equilíbrio. Quando a circulação sanguínea é obstruída em um órgão ou em uma parte do corpo, o corpo contorna o problema ao desenvolver uma circulação colateral. Isso parece ser uma lei natural [28-0]. De acordo com esta lei, uma pessoa que tenha perdido a sua visão, desenvolve uma sensibilidade aumentada ao toque e à audição [31-33]. Além disso, as pessoas que perderam os membros superiores desenvolveram a capacidade de usar os pés para o mesmo propósito [26,27].
Isso me fez pensar o que aconteceria quando um indivíduo perdesse algumas das funções superiores nos níveis mental ou emocional? Em outras palavras, seria possível que o estresse extremo causasse dano ou tivesse alguma influência prejudicial nas faculdades do cérebro, como na epífise, no corpo caloso ou no lobo frontal, resultando no mau funcionamento desses centros superiores [34-41]? É possível existir teratogênese a nível psicológico, enquanto o corpo físico tenha permanecido intacto? É possível dar à luz a monstros psicológicos com vícios, terror ou atividade criminosa, mesmo a partir de uma idade jovem, porque estão faltando algumas funções importantes em seus cérebros [42-44]? Se sim, o que causaria isso e seria possível evitar esse resultado?

Teratogênese psicológica


Nas sociedades modernas – especialmente ocidentais, vemos exemplos de pensamentos e emoções desfigurados. Um exemplo é uma criança de dez anos que matou seus colegas de classe com uma arma [45]. Este tipo de atividade criminosa, com a qual todos estamos familiarizados, não pode ser justificada pela fome ou paixão.
A partir da análise psiquiátrica de tais indivíduos, parece que eles não possuem uma certa função emocional [35, 39, 46-48]. Em um inquérito psicológico, um violador monstruoso que mata e enterra suas vítimas confessa que ele estava tentando estimular suas emoções para obter satisfação [49-51].
Hitler, repleto de ódio e intolerância, ele era um indivíduo inteiro ou era um monstro, um monstro com um excesso de inteligência e uma falta total de emoções [52,53]?

Embora os impulsos criminais e os pensamentos patológicos apareçam apenas em distúrbios psicológicos muito extremos, em uma menor escala e, em menor grau, eles atormentam milhões de pessoas do mundo ocidental [54,55]. Existem inúmeros exemplos de sádicos, masoquistas, pederastas sexualmente pervertidos e indivíduos que portam o ódio e emoções negativas para o resto da humanidade.
Em seguida, se considerarmos as crianças com elevado QI, geralmente observamos que emocionalmente estão a desejar [56,57]. Por exemplo, vemos meninos de 15 ou 16 anos de idade que são os primeiros alunos em suas classes, extremamente inteligentes e capazes de dispensar matérias, eles mostram imaturidade quando examinados nas áreas das emoções, relacionamentos e comportamento erótico. É como se os órgãos emocionais, situados no sistema límbico, necessários para as transações emocionais com suas famílias, amigos ou sociedade, estivessem defeituosos; consequentemente, eles são incapazes de participar de um relacionamento amoroso.
Um outro exemplo é o do cientista dedicado ao seu trabalho e que ignora sua vida pessoal com os outros, incluindo os aspectos emocionais, sociais e as relações sexuais. Uma vez, uma mulher confessou: “eu me divorciei do meu marido porque ele era um cientista muito bom! As únicas coisas que o preocupavam eram os vírus, microscópio e seus comportamentos. Ele chegava em casa apenas para comer e imediatamente depois do jantar, ele abria seus livros. Esperei pacientemente por 10 anos, mas depois disso, não aguentei mais “
Este cientista era muito bom, obviamente, mas sofria de uma ausência de profundidade nas funções emocionais. Ele havia superdesenvolvido uma parte de seu intelecto, o que substituiu certas fraquezas emocionais e ele equilibrou essas deficiências ao obter sucesso na ciência, o qual o fez sentir-se importante. Observamos isso em indivíduos ambiciosos com um QI muito alto, que estão interessados apenas em seus trabalhos. Ocasionalmente, eles poderão ter contatos sexuais, mas eles participam dessas atividades quase mecanicamente e sem emoções.
Hoje, existem mulheres que nunca sentiram necessidade de se apaixonar. Um exemplo é uma jovem que acredita ser feia e para equilibrar, ela desenvolve o seu intelecto e torna-se estudiosa e muito boa na escola. Seus colegas de classe começam a admirá-la, apoiando o seu senso de equilíbrio. Ela termina a escola com “A” e finalmente entra na universidade, estuda biologia, passa o tempo todo estudando, depois conclui psicologia com “A’s” e dedica-se à esta ciência. Ela nunca se casa, mas ela se torna uma professora universitária aos 29 anos. Chega aos 30, 32 e 36 anos sem saber o que é “se apaixonar”. Parece que o órgão que gera os sentimentos do amor erótico foi queimado desde o nascimento. A parte do organismo responsável por tais emoções parece ter caído em desuso ou ter sido totalmente suprimida ou permanentemente danificada. A lista das distorções e combinações do mau funcionamento em um nível emocional ou mental é infinita.
Quanto o Estado, a sociedade e a família contribuem para a criação de monstros tão violentos e o quanto isso é devido a uma predisposição inata [35,41,58]?
Nós, curadores, devemos entender o porquê esses “monstros humanos” estão nascendo. O corpo pode compensar as partes faltantes mesmo a nível mental, ao compensar as deficiências com algumas outras habilidades para alcançar um equilíbrio. Um outro exemplo é um indivíduo que não tem sentimentos de carinho ou simpatia e que pode ter outras conquistas, como o alto intelecto ou habilidade, proporcionando-lhe a aceitação social necessária e adoração, mas ele mesmo não tem nenhum sentimento de amor para corresponder. Tais indivíduos possuem todas as suas partes físicas, enquanto as partes faltantes (ou com mau funcionamento) são algumas emoções, as quais poderão ter resultados perigosos para si e para a sociedade. A forma como nossas sociedades são construídas produz monstros menores ou maiores [59,60].


A Hipótese
As células germinativas
A conclusão das observações acima é que temos casos de “teratogênese” nos níveis emocional e intelectual por termos ignorado as leis da natureza.
Começarei com a ideia de que o espermatozoide ou o ovócito não estão separados do estado total de um indivíduo em seu perfil interior; ao invés disso, eles contêm toda a estrutura do código do DNA do indivíduo para todos os seguintes níveis: físico, emocional e mental [61]. A partir da observação desses casos, ficou evidente para mim que a expressão gênica poderia ser modificada (através do epigenoma) durante um clímax sexual sob a influência do estado erótico, de modo que as células germinativas carregarão a impressão das qualidades físicas, mentais e emocionais de duas pessoas que se juntaram para produzir um novo indivíduo ser-humano [62-67].


Variações na experiência sexual
A união de dois indivíduos pode ser estudada em três categorias. Claro, tudo isso é relativo e é influenciado por outros dois fatores: predisposição hereditária e histórico médico dos pais. Existem tantas variações quanto existem indivíduos na terra.

PRIMEIRA VARIAÇÃO … veja as imagens e continue lendo no site:

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